Humaniza Mundo

Desenvolvendo Pessoas

Visão

O Amor pela humanidade vencendo barreiras para cuidar deste ser integral Humano. Humaniza Mundo é um negócio social onde temos a visão de mudar o mundo através da inovação e tomada de atitude. Abrimos espaço para que idéias possam ser desenvolvidas em consonância com as constantes mudanças econômicas e necessidades mundiais.

  • Brazil - Bolívia - Argentina.
  • +59170946060
  • humanizamundo@gmail.com
  • www.humanizamundo.com.br
Me

Humaniza Mundo Idéias

Temos o prazer de desenvolver pessoas nas diversas áreas da vida.

Desenvolvimento Pessoal 100%
Motivação 100%
Psicologia Online 100%
Filantropia e Negócio Social 100%

Cursos Humaniza

Aqui você tem uma lista de cursos e workshops disponibilizados por nossa plataforma para capacitação em diversas áreas e em parceria com universidades de todo o Mundo.

Psicologia Online

Ter um atendimento em Psicologia online é importante para você lidar com problemas do dia a dia. Nós temos em nossa plataforma Psicólogos prontos para atender nessa modalidade.

Doação

Agora pode doar para hospitais e outras causas diretamente em nossa plataforma. Veja as instituições e causas nas quais o Humaniza Mundo repassa doações.

Orientação Profissional

Está em Dúvida sobre qual área deseja seguir sua carrera profissional? Nossa plataforma pode te auxiliar a encontrar sua idéia de vida.

Sistema Coach

Na Plataforma Humaniza Mundo você tem acesso a uma lista de profissionais em Coach para ajudar a trabalhar e desenvolver suas habilidades.

Eventos e Ações Humaniza Mundo - Seja Voluntário

Aqui você fica atualizado dos próximos eventos do Humaniza Mundo e Informações de como se tornar um voluntário HMX World.

0
completed project
0
design award
0
facebook like
0
current projects
  • Smartphones usados em excesso prejudicam crianças, revela pesquisa

     Estudantes participam do Ler - Salão Carioca do Livro, na Biblioteca Parque, no centro do Rio.
    Marcello Casal Jr./Agência Brasil

    Força física e a capacidade atlética sofrem queda

    Uma pesquisa realizada pela Agência de Esportes do Japão descobriu que a força física e a capacidade atlética das crianças sofreram queda.

    A agência disse que isso se deve em parte ao uso de smartphones.

    O estudo, realizado anualmente no Japão, verifica as atividades físicas, tais como corridas e lançamentos de bolas, assim como o estilo de vida das crianças. A pesquisa deste ano cobriu mais de 2,1 milhões de estudantes do quinto ano do curso primário e do segundo ano do curso ginasial.

    A média nacional da capacidade física teve queda em comparação ao ano passado, tanto no caso dos meninos como das meninas. A média dos meninos do quinto ano caiu para o nível mais baixo desde que a pesquisa começou a ser realizada em 2008.

    O estudo descobriu que as crianças, especialmente os meninos do curso primário, passam mais tempo assistindo à televisão ou utilizando smartphones.

    O tempo médio que os estudantes do curso ginasial passam praticando atividades atléticas caiu em mais de 90 minutos por semana.

    Por NHK (emissora pública de televisão do Japão) Tóquio
  • Toda vez que você tem um pico de estresse você libera substância que destrói o coração

    Em maior ou menor frequência, todos nós vivemos momentos de estresse intenso.
    Resultado de imagem para Toda vez que você tem um pico de estresse você libera substância que destrói o coração

    Especialmente no fim do ano – com toda a correria para comprar presentes e cumprir os muitos compromissos sociais no trabalho, na família, ou com os amigos – isso é bastante comum. Entretanto, ficar constantemente estressado não é tão inofensivo quanto pode parecer. Quadros depressivos, síndrome do pânico e ansiedade têm como ingrediente comum o estresse. Além de afetar a saúde mental, o estresse também pode causar problemas físicos; e o coração pode ser um dos afetados.


    O Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism publicou uma pesquisa que mediu os níveis de cortisol, chamado de hormônio do estresse, ao longo de um período de 24 horas em amostras de urina de 861 pessoas acima de 65 anos de idade. A avaliação foi feita durante seis anos de estudo.
    Neste período, 183 participantes do estudo faleceram. Os altos níveis de cortisol foram observados nos óbitos decorrentes de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC).


    Divididos em três grupos com base nos níveis do hormônio do estresse, o grupo dos participantes com os maiores níveis de cortisol apresentou um risco cinco vezes maior de morrer por doenças cardiovasculares, concluiu a pesquisa.

    A alta liberação de hormônios em situações estressantes perturbam o organismo, provocando reações que englobam desde o aumento da pressão arterial a um fulminante ataque cardíaco.

    CONTI OUTRA
    Com informações de Vix | Imagens de capa: Pixabay
  • Bolsonaro sanciona Lei do Médicos pelo Brasil

    Marcello Casal Jr./Agência Brasil

    Programa amplia em 7 mil vagas em locais de difícil provimento

    O presidente Jair Bolsonaro sancionou, no início da tarde de ontem (18), no Palácio do Planalto, a lei que cria o programa Médicos pelo Brasil. O programa substituirá o Mais Médicos, criado em 2013. 

    Ao todo, o Ministério da Saúde prevê 18 mil vagas para médicos em todo o país, principalmente em municípios pequenos e distantes dos grandes centros urbanos. Segundo a pasta, esse número amplia em 7 mil vagas a oferta atual de médicos em municípios onde há os maiores vazios assistenciais do Brasil. O programa também vai formar médicos especialistas em medicina de família e comunidade. 

    Em entrevista à imprensa, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, informou que os primeiros médicos contratados pelo novo programa começarão a trabalhar em cerca de quatro meses. 

    "Já iniciamos a construção do processo seletivo, esperamos trabalhar com isso no mês de fevereiro, para chegarmos com os primeiros profissionais aproximadamente no mês de abril, porque é o tempo de fazer, corrigir, publicar, ver as questões que normalmente são questionáveis em relação ao resultado, homologar e já começar a colocar os médicos nos locais de mais difícil provimento do país", afirmou.

    Contratação

    Os aprovados no programa serão alocados em unidades de saúde predefinidas pelo ministério e terão dois anos para realizar curso de especialização em medicina de família e comunidade. A valor da bolsa formação que eles receberão será de R$ 12 mil mensais e gratificação de R$ 3 mil adicionais para locais remotos ou R$ 6 mil adicionais para distritos indígenas, além de localidades ribeirinhas e fluviais. 

    Para a função de tutor médico, serão selecionados especialistas em medicina de família e comunidade ou de clínica médica. Após aprovação em processo seletivo, estes profissionais serão contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e serão responsáveis pelo atendimento à população nas unidades definidas e pela supervisão dos demais médicos durante o período do curso de especialização.

    Os contratos com carteira assinada podem variar entre quatro níveis salariais que variam entre R$ 21 mil e R$ 31 mil, já incluídos os acréscimos por desempenho que podem variar entre 11% a 30% do salário – medido pela qualidade de atendimento e satisfação da população – e dificuldades do local. O valor também inclui gratificação (R$ 1 mil por mês) para os médicos que acumularem o cargo de tutor. Além disto, há previsão de progressão salarial a cada três anos de participação no programa.

    Ao contrário do programa anterior, o Mais Médicos, no Médicos pelo Brasil todos os selecionados deverão ter registro nos conselhos regionais de Medicina (CRM). 

    Revalida

    O presidente Bolsonaro decidiu vetar a proposta aprovada pelo Congresso Nacional, no mês passado, que permitiria a realização do exame de revalidação de diplomas para médicos formados no exterior, o Revalida, também por faculdades privadas. Ser aprovado no Revalida é uma condição obrigatória para que médicos que não tenham diplomas expedidos no Brasil possam ter registro no CRM e exercer a profissão no país. 

    Segundo o texto aprovado pelo Legislativo, as faculdades privadas que poderiam revalidar os diplomas estrangeiros seriam aquelas com notas 4 e 5 no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e que oferecessem cursos de medicina. Com o veto, apenas instituições públicas de ensino mantêm a prerrogativa de revalidação. 

    Maior oferta

    A lei ainda autoriza a criação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps), que será responsável pela seleção e contratação dos profissionais que atuarão no programa. Caberá ao Ministério da Saúde a seleção dos municípios de destino dos médicos contratados.

    Para classificação dos locais, o novo programa foi elaborado a partir da metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), baseada em estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os municípios são divididos em cinco categorias: rurais remotos, rurais adjacentes, intermediários remotos, intermediários adjacentes e urbanos. Serão priorizados os municípios rurais remotos, rurais adjacentes e intermediários remotos que, juntos, concentram 3,4 mil cidades, além das unidades de Saúde da Família ribeirinhas e fluviais e dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs).

    Com esse novo cálculo, a expectativa do ministro da Saúde é praticamente dobrar o número de médicos em áreas remotas em relação ao que havia no programa Mais Médicos. "No programa anterior, você tinha 7 mil no Norte e Nordeste. Na simulação, pelos indicadores técnicos, nós devemos chegar a 13,8 mil no Norte e Nordeste, nas áreas de mais difícil provimento no Brasil, quase que dobra", disse Mandetta. 

    O programa Médicos pelo Brasil seguirá coexistindo com o Mais Médicos, até que todas as 18 mil vagas do novo programa sejam preenchidas e os contratos anteriores cheguem ao fim.

    "Nós tivemos o cuidado de não acabar, não extinguir a lei anterior, exatamente porque até que esse sistema vá fazendo a seleção e vá conseguindo lotar e as pessoas vão se radicando, a gente fica com aquela possível válvula de escape, que é um processo simplificado", explicou o ministro da Saúde.

    Cubanos

    Com a nova lei, os profissionais cubanos que atuaram no Mais Médicos poderão ser reincorporados ao programa, por um prazo improrrogável de dois anos. Para isso, terão de atender aos seguintes requisitos: estar no exercício de suas atividades no Programa Mais Médicos, no dia 13 de novembro de 2018; ter sido desligado do programa em razão do fim do acordo de cooperação entre o Ministério da Saúde Pública de Cuba e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas); ter permanecido em território nacional até a data da publicação da Medida Provisória nº 890 (Programa Médicos pelo Brasil) na condição de naturalizado, residente ou com pedido de refúgio.

    Segundo o ministro da Saúde, dos pouco mais de 8 mil médicos cubanos que chegaram a trabalhar no país pelo Mais Médicos, cerca 2 mil permaneceram no país e poderão ser reincorporados ao programa por até dois anos. Para seguirem atuando no país depois desse período, será exigida aprovação no Revalida.

    Por Pedro Rafael Vilela - Agência Brasil | Edição: Aline Leal
  • Marido se oferece como cadeira humana para sua esposa grávida

    Um homem chinês tocou o coração de milhões de pessoas na Internet ao ser flagrado se oferecendo como cadeira para sua esposa grávida sentar-se de costas enquanto esperava para se consultar com o médico no hospital.

    Um vídeo viral postado pela polícia mostra a futura mãe que parece cansada e lutando para se levantar porque estava com as pernas dormentes.

    O marido se sentou no chão e fez um gesto para que ela se apoiasse nele, depois que nenhuma das pessoas sentadas no corredor lhe ofereceu um assento.

    A mulher Imediatamente, sentou-se nas costas do marido e o homem ainda lhe entregou uma garrafa de água para garantir que ela não estivesse com sede durante a espera.

    O caso ocorreu em Heilongjiang, no nordeste da China, e certamente comoveu milhares de pessoas.

    O vídeo foi publicado na conta oficial da Hegang e até agora foi curtido por 7 milhões de pessoas.

    Na publicação, a polícia criticou os presentes, pois a maioria nem sequer olhou para a mulher e todos estavam distraídos em seus telefones, indiferentes às suas necessidades.


    A polícia também pediu que a comunidade fosse como o bom marido, um coração cheio de de empatia.

    Veja o vídeo


    Com informações de Nation 
    CONTI OUTRA
  • Projeto liderado por brasileira mapeará genoma de 15 mil pessoas

    Camila Boehm/Agência Brasil

    Mapeamento permitirá prevenir e tratar doenças

    O projeto DNA do Brasil, liderado por uma cientista brasileira, vai identificar as principais características genéticas dos brasileiros para que seja possível prevenir e tratar doenças, além de mapear os ancestrais da população. A iniciativa, lançada nesta semana, será o primeiro projeto de sequenciamento de DNA em larga escala no país e vai inserir o Brasil no mapa mundial dos estudos genômicos.

    “Nosso projeto quer fazer um panorama geral da população brasileira como um todo, com um número grande de brasileiros para que a gente possa fazer pesquisas mais aprofundadas tanto sobre a saúde, a genética da nossa saúde, quanto também sobre a nossa origem, de como a gente se formou a partir desses grupos populacionais originais” disse a professora Lygia da Veiga Pereira, da Universidade de São Paulo (USP), que lidera o projeto, sobre os dois eixos do estudo genômico. Até o momento, menos de 0,5% das pesquisas realizadas no mundo contemplaram a população brasileira.

    O custo do sequenciamento de um genoma completo caiu consideravelmente nas últimas décadas - Camila Boehm/Agência Brasil

    No que diz respeito à saúde, Lygia explicou que o sequenciamento do DNA dos brasileiros vai possibilitar “entender quais são as variações genéticas que estão associadas ao nosso risco de desenvolver doenças comuns. O grande desafio da genética do século XXI é entender a genética da predisposição para doenças como diabetes, doença cardiovascular, Alzheimer, asma, depressão, que são doenças comuns. A gente não conhece bem a genética dessas doenças porque é complexa, ela é o resultado de centenas de alterações genéticas, mais o meio ambiente”, explicou Lygia.

    Por meio do projeto, será possível identificar genes associados a doenças e genes associados a características morfológicas – que se referem à forma do organismo. Além da detecção da doença, a interpretação dos testes genéticos vai permitir, segundo a pesquisadora, identificar a predisposição às doenças, respostas a medicamentos e levar ao desenvolvimento de novas terapias.

    Banco de dados público

    Além de desvendar as características do DNA dos brasileiros, o projeto também tem o objetivo de montar um banco público com dados genéticos da população brasileira que ficará disponível para pesquisadores de todo o mundo que tenham interesse em estudos da genética da população do Brasil. “Esse banco de dados vai poder ser explorado e garimpado para a gente fazer muita descoberta, tanto do ponto de vista de saúde, como de evolução e até histórico”, disse.

    O projeto pretende mapear o genoma de 15 mil pessoas, com idades entre 35 e 74 anos, que já integram a amostra do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa), a maior pesquisa epidemiológica do país, financiada pelo Ministério da Saúde e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. O Elsa abrange moradores dos estados da Bahia, de Minas Gerais, do Espírito Santo, Rio de Janeiro, de São Paulo e do Rio Grande do Sul.

    Essas 15 mil pessoas têm sido acompanhadas clinicamente desde 2008 e agora as informações genéticas serão agregadas a esse banco de dados, conforme elas forem assinando o termo de consentimento para participação desse novo projeto. O sigilo delas está garantido, segundo Lygia.

    Procedimento de extração de DNA - Camila Boehm/Agência Brasil

    “Existe uma série de mecanismos para gente poder trabalhar com esses dados, mas de forma absolutamente anônima. A gente precisa ter segurança sobre a privacidade das pessoas e ao mesmo tempo poder usar esses dados para poder fazer descobertas, descobertas que vão impactar a saúde do brasileiro”, disse ela.

    Para o professor Paulo Lotufo, da Faculdade de Medicina da USP e que está à frente do Elsa em São Paulo, “o projeto permitiu destacar as doenças cardiovasculares e diabetes na agenda da pesquisa epidemiológica no país. E, esse novo passo a ser dado com o DNA do Brasil nos permitirá contribuir ainda mais para a saúde da população”.

    Primeira etapa

    Os recursos para sequenciar o genoma completo dos primeiros três mil brasileiros – que correspondem à primeira etapa do projeto – foram garantidos pela empresa Dasa. A reportagem da Agência Brasil visitou o Centro de Diagnósticos em Genômica da empresa, na capital paulista, onde serão feitos os sequenciamentos.

    “Atualmente a gente consegue fazer o processamento de cerca de 40 genomas completos a cada dois ou três dias, é uma alta capacidade que vai permitir que a gente sequencie as primeiras três mil amostras em seis meses e depois completar todas as 15 mil em até dois anos”, disse Gustavo Campana, diretor-médico da Dasa.

    Campana explicou que, com a evolução da tecnologia, houve uma queda no custo de sequenciamento de um genoma completo. “Por exemplo, no projeto Genoma Humano [na década de 1990], um único genoma demorou 13 anos e custou mais de R$ 3 bilhões. Hoje nós conseguimos sequenciar um genoma em torno de 36 a 48 horas por cerca de US$ 1 mil”.

    Sequenciamento do genoma de 15 mil pessoas vai possibilitar prevenir e tratar doenças - Camila Boehm/Agência Brasil

    Para o sequenciamento dos 12 mil genomas restante, há uma proposta em andamento que depende da captação de recursos pelo projeto. O diretor da Dasa contou que, apesar de os valores das negociações serem confidenciais, a empresa tem uma proposta para realizar o restante do sequenciamento em valor abaixo do que havia sido proposto por outros laboratórios. Uma das propostas chegou a orçar em US$ 650 dólares cada genoma completo sequenciado.

    Além da Dasa, outras empresas privadas estão envolvidas para realização do projeto: a Illumina, que vai fornecer os insumos para o sequenciamento; e a Google Cloud, que vai processar os dados de sequenciamento em sua nuvem, permitindo análises e cruzamento de dados em escala.

    Após a conclusão dos primeiros 3 mil genomas, no prazo previsto de seis meses, o banco de dados já estará disponível para uso pelos pesquisadores. “A gente vai saber exatamente aquela população que tem alto risco de diabetes, por exemplo, ou alto risco de enfartar, então você pode fazer terapêuticas mais precoces e faz prevenção e até alteração de hábitos de vida. Então na vida de um indivíduo, no futuro, isso vai ter um impacto muito grande para deixar as pessoas mais saudáveis e não desenvolver as doenças crônicas”, finalizou Campana.

    Por Camila Boehm – Agência Brasil | Edição: Denise Griesinger
    Editor Local Saúde: Willen Benigno
  • Fumar maconha deteriora qualidade de espermatozoides

    Apesar de favorável à legalização da planta para fim medicinal, Jorge Hallak diz que a inalação é pouco estudada


    O médico da Divisão de Clínica Urológica do Hospital das Clínicas (HC), Jorge Hallak, ficou intrigado com a aparente pior qualidade do sêmen de seus pacientes usuários de maconha. Essa dúvida se tornou uma ampla pesquisa, que lhe rendeu o prêmio da Associação Americana de Andrologia de 2019. O urologista acompanhou mais de mil pacientes por 19 anos e demonstrou o mecanismo de lesão celular causado pelo tetraidrocanabinol (THC) nos espermatozoides.

    O THC é o derivado psicoativo da Cannabis. Hallak, que é professor da Faculdade de Medicina (FM)da USP, argumenta que existem poucos ensaios clínicos sobre os efeitos da substância no médio e no longo prazo. Em seu artigo, ele identifica a formação de radicais livres de oxigênio dentro da membrana celular dos gametas masculinos. Ou seja, além de uma simples redução da produção de espermatozoides, “o DNA reprodutivo fica sujeito a risco de alteração”, conta ao Jornal da USP no Ar.

    Na pesquisa, o urologista trabalhou quatro grupos como objetos. Usuários de maconha por períodos prolongados, de oito a dez anos; fumantes; pacientes pré-vasectomia que tiveram filhos nos últimos 12 meses; homens diagnosticados com infertilidade. No escopo da saúde reprodutiva masculina, os efeitos do THC foram piores do que o do consumo do tabaco. O cigarro também facilitou a produção de radicais livres, só que em menores quantidades e externamente aos gametas. Em prazos estendidos, os resultados da maconha eram semelhantes ou piores aos daqueles já inférteis.

    O médico deixa claro que a comparação com o tabaco se dá somente nesse âmbito. “O cigarro é uma tragédia da saúde pública”, diz. Ele também defende que o debate sobre o uso recreacional da maconha deve ocorrer sob a luz da ciência. Como faltam pesquisas sobre os efeitos colaterais da inalação da fumaça produzida pela queima da maconha, o urologista recomenda que o uso de derivados da Cannabis seja feito por spray, óleo ou comprimido. Canabidiol e canabinol são os produtos medicinais, que não são psicoativos.

    Toda escolha na medicina é feita a partir de uma avaliação de riscos, de acordo com Hallak. “A quimioterapia é nociva, mas faz sentido no tratamento de um câncer”, esclarece. Muitos dos pacientes do urologista minimizam o consumo da maconha com outros detalhes de sua rotina, como exercícios físicos e alimentação saudável, por exemplo. Isso não basta para fazer receita médica e tampouco para política pública, conta o médico, esperando que seu ensaio dê evidências importantes aos gestores nessa discussão.

    JORNAL DA USP
    Editor local de Saúde: Willen Benigno de Oliveira
  • Recursos para informatização da Atenção Primária estão disponíveis para municípios


    Valores mensais destinados às equipes de saúde da família podem variar de R$ 1,7 a R$ 2,3 mil por mês


    Os municípios brasileiros já podem receber os recursos do Programa de Apoio à Informatização e Qualificação dos Dados da Atenção Primária à Saúde, o Informatiza APS, do governo federal. O objetivo é concentrar em uma única plataforma todos os dados que chegam ao Sistema Único de Saúde (SUS).

    Os valores, destinados à informatização dos dados levantados pelas equipes de saúde da família, variam entre R$ 1,7 e R$ 2,3 mil, por mês, de acordo com a tipologia dos municípios, ou seja, se é urbano, intermediário ou rural, como estabelece o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Para solicitar os recursos mensais, os gestores municipais precisam enviar o pedido pelo site e-gestorab.saude.gov.br. O repasse financeiro pela União deve começar a partir do primeiro envio dos dados à plataforma.

    O Informatiza APS vai integrar as informações de saúde do cidadão, e de acordo com o governo federal, isso vai permitir que os profissionais de saúde e gestores tenham mais eficiência no atendimento e continuidade ao cuidado com os pacientes.

    Repórter Sara Rodrigues | Editor Local de Saúde: Willen Benigno de Oliveira Moura
  • Fale conosco

    Para entrar em contato com o Humaniza Mundo envie-nos e-mail para: humanizamundo@gmail.com ou clique ao lado para obter informações e suporte.